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segunda-feira, 30 de junho de 2014

Sucesso de livro com conto de fadas gay irrita cristãos.

O professor universitário Jeffrey A.Miles, lançou o que pode ser considerado o primeiro livro de “conto de fadas gay” a fazer sucesso no mundo. Com o título de Os Príncipes e o Tesouro, ele começa sua história como tantas outras do gênero: a princesa Elena está na idade de casar e seu pai, o rei de Evergreen, quer ouvir os interessados.
Porém, a princesa rebelde avisa que não está disposta a se casar. Quando Elena é sequestrada por uma bruxa, o rei lança o desafio aos súditos: aquele que salvar a princesa poderá desposá-la.
Sucesso de livro com conto de fadas gay irrita cristãosGallant e Earnest são dois príncipes que estavam se candidatando “a mão” de Elena por pressão de suas famílias. Quando ambos decidem começar a busca o fazem porque adoram um desafio. Enquanto enfrentam vários perigos, vão se conhecendo e se apaixonam. Após resgatarem Elena da bruxa, eles se casam numa cerimônia religiosa na frente de toda a corte.
Jeffrey A. Miles é homossexual e conta que, quando era criança, sempre ficava triste ao perceber que o príncipe só se apaixonava pela princesa. “Histórias como aquelas não se encaixavam com a minha vida e eu me entristecia, porque nunca aconteceria algo assim comigo”, explica.
A recepção ao livro foi considerada boa nos EUA, onde tem alcançado vendas expressivas e, segundo o autor, está sendo negociado para publicação em outros países. Miles comemora: “As crianças percebem que o amor pode acontecer entre duas pessoas, não importa se elas são do mesmo sexo. Fiquei fascinado em ver como é fácil para elas entenderem e como ainda é difícil para os adultos”, justifica.
Ele avisa que já existe uma continuação do livro, chamada “Os Príncipes e o Dragão”, onde Gallant e Earnest aparecerão com sua própria família, incluindo seus filhos: um casal de gêmeos.
Embora não seja a primeira tentativa de se comercializar esse tipo de material, dessa vez o mercado parece ter assimilado melhor. Bryan Fischer, um dos diretores da American Family Association, organização cristã que se dedica a defender o casamento tradicional, disse ao Christian Post que “por parecer um conto de fadas como qualquer outro, este livro é uma forma particularmente perniciosa de propaganda sexualmente perversa.”
Para Fischer, “as histórias e as imagens que as crianças armazenam em suas mentes jovens têm um efeito muito poderoso em suas almas para o resto da vida”, asseverou. Ele conta que todos os pais cristãos se preocupam com o que seus filhos estão lendo e afirmou saber ao certo que “Os Príncipes e o Tesouro” será disponibilizado em bibliotecas de ensino fundamental dentro de uma “proposta inclusiva de educação”.
A American Family Association está promovendo uma campanha para impedir que o livro seja disponibilizado nas escolas públicas. 
Com informações Christian Post

terça-feira, 26 de março de 2013

Professor faz alunos pisarem sobre o nome de Jesus; estudante se recusa e é suspenso


Um professor da Universidade Florida Atlantic fez seus alunos escrever o nome "Jesus" em um pedaço de papel e depois pisar nele, como parte de uma "lição de debate," revelou um estudante que foi suspenso por se recusar a participar do exercício.

"Eu não vou ficar sentado em uma classe e ter meus direitos religiosos profanados," disse o estudante Ryan Rotela, um mórmon, ao WPEC. "Eu realmente vejo isso como eu estando sendo punido."
Rotela explicou que sua turma de Comunicação Intercultural recebeu a instrução para escrever o nome de Jesus em um pedaço de papel, em seguida, reunir e pisar nele. O estudante se recusou, no entanto, e pegou o papel do chão e colocou-o de volta na mesa.
O professor, Deandre Poole, estava aparentemente tentando ensinar os alunos a "lição de debate", mas o estudante achou a lição insultuosa e ofensiva.
"Eu disse para o professor: Com todo o respeito à sua autoridade como professor, eu não acredito que o que você nos disse para fazer foi apropriado", disse Rotela. "Eu acredito que foi pouco profissional e eu fiquei profundamente ofendido com o que você me disse para fazer."
O aluno foi suspenso depois pela universidade, que está defendendo o instrutor.
"Como em qualquer lição acadêmica, o exercício foi feito para incentivar os alunos a ver as questões a partir de muitas perspectivas, em relação direta com os objetivos do curso," disse à Fox News, Noemi Marin, diretora da universidade da escola de comunicação e estudos de multimídia.

"Apesar de, por vezes, os temas discutidos poderem ser sensíveis, um ambiente universitário é um espaço para diálogo e debate", acrescentou Marin.
Pisar em nome de Jesus é, na verdade, uma lição inteira, que está incluída no livro para a classe, chamada "Comunicação Intercultural: Uma Abordagem Contextual Edição 5".
"Peça aos alunos escreverem o nome de Jesus em letras grandes em um pedaço de papel", lê-se uma sinopse para a lição.
"Peça aos alunos para se levantarem e colocarem o papel no chão, na frente deles com o nome para cima. Peça aos alunos para pensarem sobre isso por um momento. Depois de um breve período de silêncio peça-os para pisarem sobre o papel. A maioria hesitará. Pergunte por que eles não podem pisar no papel. Discuta a importância dos símbolos na cultura."
Paul Kengor, o diretor executivo do Centro para a Visão e Valores em Grove City College, disse à Fox News que essa lição é um exemplo direto da sociedade secular que tem como alvo oCristianismo.
"Estes são os novos discípulos seculares da ‘diversidade’ e ‘tolerância’ - jargões vazios que fazem os liberais e progressistas se sentirem bem, enquanto eles muitas vezes se recusam a tolerar e às vezes até tomar de assalto crenças cristãs tradicionais e conservadoras", disse Kengor.