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quarta-feira, 2 de julho de 2014

No Nepal meninas são consideradas deusas.

No Nepal algumas meninas são consideradas deusas por hindus e budistas que acreditam que elas são reencarnação da deusa hindu Durga. Essas meninas são chamadas de Kumari, palavra que significa ‘jovem solteira’ e são veneradas até terem a primeira menstruação.
Samita Bajracharya, hoje com 12 anos, foi por alguns anos uma Kumari. Moradora da cidade de Lalitpur, ela não podia sair de sua casa a não ser para participar de rituais religiosos.
A vida de Samita era receber religiosos em sua casa, tendo os pés beijados e ouvindo as preces dos fiéis que recebiam uma marca vermelha na cabeça.
A mãe de Samita tinha que aplicar uma maquiagem intricada ao rosto da filha e não podia deixá-la sair de casa e quando era para participar de um ritual religioso, ela precisava ser carregada no colo, pois não poderia tocar o chão.
Centenas de pessoas faziam filha para chegar perto de Samita e receber sua benção. Para receber os fiéis, a garota ela levada para um trono montado no centro do pátio em frente à sua casa. O imóvel, tinha na entrada uma placa dizendo “deusa viva”.
Antes de Samita a Kumari era Chanira Bajracharya, hoje com 19 anos, ela contou à BBC que após sua primeira menstruação ela precisou enfrentar o mundo lá fora, indo para a escola e até sofrendo preconceito.
“Quando sai de casa pela primeira vez, não sabia como andar direito”, diz ela que foi deusa viva até os 15 anos. Ela precisou aprender a caminhar e para não perder os anos escolares, recebeu aulas particulares em sua casa.
Samita contou com o apoio da Chanira durante a fase de transição. Por serem amigas, a nova ex-deusa pode saber o que aconteceria com ela assim que passasse a menstruar.
Assim que Samita teve sua primeira menstruação ela foi trancada em um quarto onde a luz do sol não entrava, segundo Chanira nenhum homem poderia entrar nesse quarto, apenas os parentes do sexo feminino e as amigas.
Depois de 12 dias da primeira menstruação, as Kumari deixam de ser consideradas como deusas e podem caminhar para fora de casa vivendo como adolescentes normais. 
Com informações G1 e por GP

terça-feira, 26 de março de 2013

Evangélicos se mobilizam para manifestação em defesa da fé em Brasília: 'queremos impactar o Brasil com amor'


Diversas polêmicas surgiram envolvendo evangélicos e outros grupos da sociedade, destacadamente os defensores da causa LGBT e opositores de Marco Feliciano, depois do deputado evangélico assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM). Em meio a diversos ataques, agressões e críticas apontadas na mídia contra os evangélicos, diversos líderes do setor iniciaram uma mobilização em prol da fé evangélica. O ato deve acontecer na próxima terça-feira, 26 de março, em Brasília na frente da Câmara dos Deputados.


A convocação está sendo feita pelo Twitter pelo ministério Geração Graça e Paz, através do projetoGritos de Alerta. O organizador do evento é o bispo Roberto Torrecilhas, disse em um email ao The Christian Post, que a fé cristã é alvo constante “de ataques por parte da esquerda brasileira”. Segundo ele, o objetivo é desestabilizar a fé evangélica. “Esses ataques orquestrados por pessoas que estão usando o movimento gay para nos atacar”, explicou o bispo Roberto ao CP.

“Nos chamam de violentos, mas mostre uma única vez onde um cristão praticante atacou ou foi violento contra um gay ou um afro descendente”, desafiou ele sobre o evento da próxima semana.

Roberto Torrecilhas falou ainda que os esquerditas brasileiros querem trazer desunião para o povo evangélico. “A esquerda, sabedora que os cristãos evangélicos caminham para a maioridade, tenta trazer ao nosso meio essa desunião, impedindo nosso crescimento. Esse movimento que iniciamos, é para mostrar que a igreja de Jesus caminha unida, embora com diferentes correntes teológicas, nossa Bíblia é a palavra de Deus, e deve ser respeitada”.

"A poucos dias fomos atacados por falas oriundas de deputados, que chegaram ao ponto de chamar nossa Bíblia de mito, com textos alegóricos, bem como um dos líderes do movimento gay dizendo que se preciso for, pegaria em armas para colocar em prática suas ideologias de defesa", denunciou ele no email.

Torrecilhas não cita nomes. Entretanto, ele parece referir-se às declarações do deputado Jean Wyllys que chamou a Bíblia de “mito” e “texto alegórico”, como aparece em um vídeo divulgado pela Fórum Evangélico Nacional de Ação social e Política (FENASP) e a um líder do movimento gay que disse que se for preciso, pegará em armas para colocar em práticas suas ideologias de defesa.


"Eu estou disposto a pegar em armas se preciso for, se se instalar uma teocracia no Brasil", disse Márcio Retamero durante o IX Seminário LGBT no Congresso Nacional.


“Isso é contra a fé cristã, e queremos com essa manifestação exigir do congresso nacional mais respeito, exigir nosso direito de liberdade religiosa, sem ser ofendidos e atacados por esses”, defendeu Roberto.

“Ficamos estarrecidos quando vimos um grupo de esquerdistas fazendo uma manifestação em frente às igrejas evangélicas, impedindo nosso direito de cultuarmos ao nosso Deus. O que fariam conosco se fizéssemos o mesmo em frente a um terreiro de umbanda ou em outro local de culto de outras religiões? Pode ter a certeza que partiriam para cima com violência, como fizeram contra cristãos em várias partes do Brasil”, disse sobre cultos que tiveram que ser cancelados no Brasil, após a eleição do deputado pastor Marco Feliciano para a Comissão de Direitos Humanos e Minorias.

Segundo o organizador, a expectativa é de que dois mil cristãos e simpatizantes tenham adesão ao evento e participem. Roberto informou que o grupo será recebido no anexo IV da Câmara dos Deputados pelo presidente da comissão de legislação participativa, deputado Lincoln Portela (PR-MG).

“Queremos que a sociedade brasileira veja que a igreja cristã, não é a igreja pintada pelos grupos de esquerda como a igreja do ódio, queremos impactar o Brasil com amor. Somos chamados para viver a diferença, e essa diferença se mostra em nossas atitudes, onde, mesmo vivendo em um país com diversas culturas e credos, a igreja evangélica abraça a todos com amor. Devemos mostrar que podemos nos manifestar sendo respeitosos para com as demais culturas brasileiras, pois Jesus é a verdade, e somos chamados a viver essa verdade”, finalizou o bispo Roberto Torrecilhas.

Fotos: Coreia do Norte põe tropas em posição de combate e mira EUA


A Coreia do Norte colocou nesta terça-feira (26) suas tropas em posição de combate, com armas apontadas para alvos americanos em Guam (na Oceania), no Havaí, e também no continente dos Estados Unidos. O governo norte-coreano ordenou que suas unidades de mísseis estratégicos estejam prontas para disparos.
“O comando superior do Exército Popular da Coreia declara que todas as tropas de artilharia, incluindo as unidades de mísseis estratégicos e as unidades de artilharia de longo alcance devem estar em preparadas para combate de classe ‘A’”, informa comunicado da Agência Central de Noticias Coreana, a “KCNA”.
Tropas norte-coreanas fazem treinamento de chegada e defesa de costa em praia não identificada do país
A nova ameaça é represália aos novos sobrevoos de caças americanos sobre a península coreana, durante exercícios conjuntos com a Coreia do Sul.
A KCNA informou que as unidades de artilharia da Coreia do Norte também têm na mira alvos da Coreia do Sul. “Mostraremos a dura reação de nossa Exército e povo”, diz a nota norte-coreana. “Para salvaguardar através de ações militares nossa soberania e dignidade”, acrescenta o comunicado.
Horas antes, a agência destacou que o líder norte-coreano Kim Jong-un dirigiu pessoalmente exercícios de defesa com fogo real na costa leste do país.
Em meio ao momento de tensão internacional, o país colocou suas tropas em posição de combate, com armas apontadas para alvos americanos
O ministro de Defesa da Coreia do Sul, Kim Kwan-jin, ordenou as tropas a responder com dureza a qualquer agressão.
Analistas duvidam
Apesar do lançamento com êxito do um foguete de longo alcance em dezembro – que a Coreia do Sul e seus aliados consideraram um teste de míssil balístico, analista acreditam que Pyongyang ainda precisa de muitos anos para desenvolver um verdadeiro míssil intercontinental que possa atingir o território dos Estados Unidos.
Havaí e Guam também estariam fora do alcance de seus mísseis de médio alcance, que no entanto seriam capazes de atacar as bases militares americanas na Coreia do Sul e Japão.

Fonte: G1 e Verdade Gospel.

Franceses vão as ruas protestar contra legalização do casamento gay


Este domingo (25) foi marcado por uma grande passeata contra união entre pessoas do mesmo sexo, em Paris. Segundo reportagens, cerca de 300 mil pessoas lotaram as ruas do centro de Paris para protestar contra o plano do presidente francês, François Hollande, de legalizar o casamento e a adoção de crianças por homossexuais até junho. Imagens televisionadas mostravam alguns embates, com forças de segurança disparando gás lacrimogêneo sobre manifestantes vestidos de rosa e gritando slogans contra Hollande.
Em Paris, é a segunda vez que acontece um protesto desse tipo em 2013, após uma marcha semelhante em janeiro mostrar a redução do apoio público a um projeto, o que forçou autoridades a adiar um plano para permitir que casais lésbicos tenham acesso a inseminação artificial. Hollande prometeu aprovar a lei com sua maioria parlamentar socialista e atraiu a raiva de rivais ao tentar evitar um debate público sobre a reforma, o que a ministra da Justiça, Christine Taubira, descreveu como uma “mudança de civilização”.
O Senado francês analisar a medida em abril. Oponentes ao casamento e à adoção de crianças por homossexuais, incluindo a maior parte dos líderes religiosos na França, argumentaram que a reforma criaria problemas psicológicos e sociais para crianças que, segundo eles, devem ter prioridade sobre o desejo de direitos iguais para adultos gays.

Fonte: O Globo e Verdade Gospel.

sábado, 23 de junho de 2012

Alunos de escolas municipais terão disciplinas de 4 religiões.

Segundo matéria publicada neste sábado (23) pelo jornal O Globo, alunos do 1º ao 3º ano do ensino fundamental de 80 escolas da rede municipal do Rio de Janeiro terão aulas, a partir do segundo semestre deste ano, de quatro religiões: católica, evangélica, espírita e afro-brasileiras.
A prefeitura já realizou concurso para a contratação de 100 professores de religião. O modelo será confessional, ou seja, voltado para cada credo. Até o momento, serão 45 docentes católicos, 35 evangélicos, dez espíritas e dez de religiões afro-brasileiras. Apenas os estudantes cujos pais deram autorização, durante a pré-matrícula, terão um tempo de aula por semana da disciplina. Para as outras crianças, haverá “educação para valores” (apresentação de temas ligados à ética e à cidadania) durante o período vago.
A iniciativa da Secretaria Municipal de Educação é consequência de uma lei, proposta pelo próprio Executivo, aprovada em outubro do ano passado pela Câmara e sancionada logo em seguida pelo prefeito Eduardo Paes. O texto criou a categoria de professor de ensino religioso nos quadros da rede, abrindo a possibilidade de concurso para até 600 docentes. A regra estabelece que os profissionais contratados “devem ser credenciados pela autoridade religiosa competente, que exigirá formação obtida em instituição por ela mantida ou reconhecida”. É exigido ainda nível superior com licenciatura plena, sem especificação de disciplina.
Supremo Tribunal Federal
O tema do ensino religioso também está sendo discutido no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília. Em 2010, a Procuradoria Geral da República entrou com uma ação direta de inconstitucionalidade contra a União e o Congresso, que ratificaram, através de decreto, o texto de um acordo firmado no governo Lula com a Santa Sé, dizendo que “o ensino religioso, católico e de outras confissões religiosas, de matrícula facultativa, constitui disciplina dos horários das escolas públicas de ensino fundamental”.
Apesar de o mesmo texto do acordo ressaltar que “está assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, em conformidade com a Constituição”, a procuradoria defende o ensino não confessional, de caráter ecumênico. A principal alegação é que o acordo com a Santa Sé fere a Carta Magna ao violar o princípio da laicidade do Estado. O processo ainda está em análise, tendo como relator o ministro Carlos Ayres Britto.
No Rio, o processo de aprovação da lei foi recheado de discussões. O texto original do Executivo acabou recebendo emendas. O presidente da Comissão de Educação da Câmara, Paulo Messina (PV), afirmou que, por ele, o projeto teria sido derrubado. Segundo Messina, o projeto surgiu de um acordo do prefeito Eduardo Paes com a Igreja Católica.
Por meio de sua assessoria de imprensa, o prefeito informou que, para a elaboração do projeto de lei, “houve um entendimento entre diversas denominações, e a Igreja Católica foi uma das grandes parceiras da prefeitura”. A secretária de Educação, Claudia Costin, não quis se pronunciar sobre o assunto.
Defesa de religiosos
O bispo auxiliar e referencial para ensino religioso da Arquidiocese do Rio, dom Nelson Francelino Ferreira defendeu o modelo que está sendo implementado no município. Para ele a educação tem que estar voltada para o desenvolvimento integral do ser humano.
Dom Nelson acrescentou que, para os professores católicos da rede municipal, foi pedida formação em teologia. E completou, informando que será feito um acompanhamento paralelo para que haja uma formação ecumênica dos profissionais. “Estamos atentos para que o ensino religioso não seja usado como elemento de proselitismo. Não é catequese”, finalizou.
Já o coordenador do Observatório da Laicidade do Estado, da UFRJ, Luiz Antônio Cunha, é contra o ensino religioso confessional. Pra ele há uma espécie de desistência do Estado de assumir suas atividades pedagógicas ao transferi-las para instituições religiosas. “Os professores das escolas públicas são pagos por todo o povo, através de impostos, inclusive daquelas pessoas que não têm religião”.
Para o reverendo Daniel Rangel, da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, a medida da prefeitura vai ajudar a sociedade carioca a aceitar melhor a pluralidade de religiões. “Acho positivo, porque vai ensinar às crianças não apenas valores éticos ligados à sociedade civil, mas à religião. Vai ser uma oportunidade de a sociedade do Rio aprender a se relacionar com a pluralidade religiosa”.
Pela primeira redação da Lei de Diretrizes e Bases, que criou em 1996 as normas atuais da educação, o ensino religioso não poderia trazer ônus aos cofres públicos. Ou seja, a contratação de professores, por exemplo, era vedada. Em 1997, esse artigo foi retirado. Ficou determinado que estados e municípios estabelecessem suas normas, “assegurado o respeito à diversidade cultural e religiosa”.
Fonte: O Globo
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