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quarta-feira, 2 de julho de 2014

Homem corta cabeça de bebê e toma sangue em ritual religioso.

A justiça indiana condenou à morte Lakshmi Kanta Sarkar, um homem que foi encontrado praticando um ritual religioso macabro. Ele estava em um cemitério tomando o sangue depois de decapitar um bebê, enquanto a cabeça decepada da criança foi pendurada em uma árvore.
Em sua defesa ele alegou que estava “praticando sua religião”.
O caso ocorreu na vila Kalakuri, em Bankura, Estado de Bengala Oriental, na Índia. As imagens do ritual foram divulgadas por uma TV indiana. O processo se arrastava nos tribunais havia dois anos. Sarkar foi condenado após 17 pessoas testemunharem contra ele na corte de Bankura. Segundo relatos, o homem era bem conhecido na vila onde morava por comandar uma clínica ilegal de abortos juntamente com sua mãe.
A população local precisou ser contida pela polícia enquanto tentava invadir o local de sua prisão e linchar o assassino. No dia de sua prisão ele foi espancado por moradores da vila, enquanto gritavam que ele era um “feiticeiro”, afirmou a polícia.
A condenação reabriu o sempre espinhoso assunto da liberdade religiosa na Índia, um dos países mais populosos do mundo. Para os seguidores do Tantra, o controvertido ramo religioso a que Sarkar pertence, defendem que o sacrifício com sangue é necessário para “cumprir necessidades religiosas”. A prática remonta ao grupo que existe a mais de dois mil anos.
Por outro lado, casos de “sacrifício de sangue” em nome da religião vem sendo mostrados pela mídia na Índia com uma frequência assustadora.
No ano passado, um homem matou seu filho de oito meses de idade, como forma de sacrifício à deusa hindu Kali no estado de Uttar Pradesh. Em outra área da Índia, uma criança de sete anos foi assassinada para que seu fígado pudesse ser oferecido como um sacrifício aos deuses em troca de uma colheita fértil. Os assassinos não foram condenados.  
Com informações Daily Mail.
Por. GP

No Nepal meninas são consideradas deusas.

No Nepal algumas meninas são consideradas deusas por hindus e budistas que acreditam que elas são reencarnação da deusa hindu Durga. Essas meninas são chamadas de Kumari, palavra que significa ‘jovem solteira’ e são veneradas até terem a primeira menstruação.
Samita Bajracharya, hoje com 12 anos, foi por alguns anos uma Kumari. Moradora da cidade de Lalitpur, ela não podia sair de sua casa a não ser para participar de rituais religiosos.
A vida de Samita era receber religiosos em sua casa, tendo os pés beijados e ouvindo as preces dos fiéis que recebiam uma marca vermelha na cabeça.
A mãe de Samita tinha que aplicar uma maquiagem intricada ao rosto da filha e não podia deixá-la sair de casa e quando era para participar de um ritual religioso, ela precisava ser carregada no colo, pois não poderia tocar o chão.
Centenas de pessoas faziam filha para chegar perto de Samita e receber sua benção. Para receber os fiéis, a garota ela levada para um trono montado no centro do pátio em frente à sua casa. O imóvel, tinha na entrada uma placa dizendo “deusa viva”.
Antes de Samita a Kumari era Chanira Bajracharya, hoje com 19 anos, ela contou à BBC que após sua primeira menstruação ela precisou enfrentar o mundo lá fora, indo para a escola e até sofrendo preconceito.
“Quando sai de casa pela primeira vez, não sabia como andar direito”, diz ela que foi deusa viva até os 15 anos. Ela precisou aprender a caminhar e para não perder os anos escolares, recebeu aulas particulares em sua casa.
Samita contou com o apoio da Chanira durante a fase de transição. Por serem amigas, a nova ex-deusa pode saber o que aconteceria com ela assim que passasse a menstruar.
Assim que Samita teve sua primeira menstruação ela foi trancada em um quarto onde a luz do sol não entrava, segundo Chanira nenhum homem poderia entrar nesse quarto, apenas os parentes do sexo feminino e as amigas.
Depois de 12 dias da primeira menstruação, as Kumari deixam de ser consideradas como deusas e podem caminhar para fora de casa vivendo como adolescentes normais. 
Com informações G1 e por GP

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Cristãos condenados por terem convertido mulher à Jesus Cristo.

Um dos acusados, cidadão do Líbano foi acusado de ajudar uma mulher a ser converter à religião cristã e abandonar o Islamismo. O tribunal saudita condenou o homem à prisão de seis anos e mais 300 chicotadas por ter incentivado uma conversão cristã e a renúncia do Islã, segundo informou a agência AFP.


O outro homem saudita também foi condenado por ter facilitado a fuga da mesma mulher do governo muçulmano ultraconservador do país. Com o decreto de dois anos de prisão, o acusado também foi punido com 200 chibatadas.
A sentença foi decretada pela Justiça em Khobar, no leste do país, onde o grupo de acusados trabalhava para uma companhia de seguros.
O caso teve repercussão em 2012 e ficou conhecido como “a garota de Khobar”. A denúncia foi feita pelo pai da jovem, após a fuga da filha do país. “Os investigadores concluíram que o homem saudita, cujo nome não foi divulgado, auxiliou a jovem a obter os documentos necessários para sair do país, sem o conhecimento de sua família”, informou a Portas Abertas.
A Arábia Saudita, conhecida pela lei islâmica conservadora e severa, determina que os muçulmanos que se convertem à outra religião devem ser condenados à morte. A população ficou indignada e pede uma punição severa para o caso.
A mulher obteve refúgio na Suécia, onde está sob a proteção de organizações não-governamentais (ONGs) não especificadas, de acordo com as informações da imprensa local.
Fontes locais informaram que o libanês teria dado livros sobre Cristianismo à mulher saudita e a convidou a participar de chats religiosos online. Depois de convertida, a moça foi para o Líbano, onde recebeu apoio de um grupo cristão, divulgou a Portas Abertas no ano passado.

Evangélicos fazem boicote à Globo por causa de beijo gay em novela.

Nos últimos anos, a rede Globo de televisão vem entrando em várias disputas com grupos evangélicos brasileiros por causa de sua programação. Em 2012, a novela Salve Jorge foi alvo constante de campanhas de boicote promovidas por evangélicos nas redes sociais. O fato de o Ibope do folhetim ter despencado gerou um debate amplo sobre se os crentes deveriam ou não assistir novelas da Globo.
Acusada de promover a idolatria, pois a novela fazia referência a São Jorge que é Ogum nas religiões afro, a autora Glória Perez chegou a trocar farpas com seus críticos, chamando os evangélicos de imbecis. O pastor Silas Malafaia contra-atacou no mesmo tom: “Vou ser curto e grosso! Acho que evangélicos não devem assistir novelas para não ampliar a voz dos imbecis que as escrevem!”.
O fato é que a figura de São Jorge acabou sumindo da trama, que amargou baixa audiência até o seu final.
No ano seguinte, ocorreu o dia nacional de boicote à programação da Globo, que ocorreu no dia 21 de abril.
Um dos motivos é que, antes de estrear a novela “Amor a Vida”, seu autor, Walcyr Carrasco, chegou a anunciar que apresentaria a primeira “mocinha evangélica” de uma trama global, uma ex-periguete que se converte e se torna cantora gospel.
boicote em familia Evangélicos fazem boicote à Globo por causa de beijo gay em novela
O papel seria vivido por Tatá Werneck, que interpretava Valdirene. Para frustração de muitos, isso acabou não acontecendo e apenas uma personagem secundária “virou” evangélica. O grande destaque da trama foi a apresentação, no último capítulo, do primeiro beijo homossexual nas novelas do Brasil.

Muitos evangélicos protestaram e novamente vieram à tona nas redes sociais os pedidos de boicote à Globo por conta disso.
Pouco tempo depois, a novela das 18 horas que se chamaria “Pequeno Buda”, foi rebatizada de “Joia Rara”. O motivo seria o temor da emissora que ocorresse outra campanha dos evangélicos contra o título, que remete ao fundador do budismo.
Em abril deste ano, uma campanha no Facebook pedia que os evangélicos não assistissem a novela “Meu Pedacinho de Chão”, por supostamente promover a umbanda. Seu autor, Benedito Ruy Barbosa, negou que a novela tivesse mensagens oculta para promover uma religião.
Mesmo assim, segundo o site Notícias da TV “Meu Pedacinho de Chão” tem marcado os índices mais baixos de todas as novelas das 18h que a Rede Globo já exibiu.
Agora, surge mais uma campanha de boicote nas redes sociais. O pedido é simples “vamos desligar a televisão nesta segunda-feira e derrubar a audiência da rede Globo”. O motivo? É hoje (30) que vai ao ar na novela “Em Família” o noivado das personagens Clara (Giovanna Antonelli) e Marina (Tainá Múller), um casal de lésbicas que já apareceu se beijando na trama.
É difícil mesurar com precisão que efeito prático essas campanhas têm na audiência da maior rede de TV do país, mas mostra novamente que existe uma parcela dos evangélicos do país que está preocupado com o tipo de mensagem que entra em suas casas através da televisão.